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7/9/2009 Sorria!Sorria, embora seu coração esteja doendo
Smile, SORRI (Versão em português para a melodia “Smile”)(Braguinha - C. Chaplin - J. Turner - G. Parsons)Sorri 7/7/2009 Algumas pessoas nos perturbam e tentam nos tirar a paz
“Por um lado, ter um inimigo é muito ruim. Perturba nossa paz mental e destrói algumas de nossas coisas boas. Mas, se vemos de outro ângulo, somente um inimigo nos dá a oportunidade de exercer a paciência. Ninguém mais do que ele nos concede a oportunidade para a tolerância. Já que não conhecemos a maioria dos cinco bilhões de seres humanos nesta terra, a maioria das pessoas também não nos dá oportunidade de mostrar tolerância ou paciência. Somente essas pessoas que nós conhecemos e que nos criam problemas é que realmente nos dão uma boa chance de praticar a tolerância e a paciência. 7/5/2009 Discutir política …7/1/2009 ASSIM MESMOMuitas vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas. (l) 6/21/2009 HAVAIANO TIRA FOTOS DO INTERIOR DE ONDAS
Um ex-surfista americano agora se dedica a uma atividade inusitada: fotografar ondas de dentro delas. O fotógrafo conta que para obter as melhores imagens, ele utiliza uma câmera capaz de obter até dez fotos por segundo. "Sempre existe um risco para mim, por conta da força e tamanho das ondas. Mas minha experiência como surfista me deixa à vontade para encarar as ondas sem medo", afirmou. Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/cultura/2009/04/090403_ondasfotosml.shtml6/8/2009 Vanitas
Observações sobre a morte e nossa passagem pelo mundo visível. Do pó ao pó.
Ontem no final da tarde em Guarulhos - SP, sob um frio de vento polar, fui prestar minha ultima homenagem a minha tia-avó, que era muito querida e amada, chamada de “Zinha” pelos próximos, minha “dinha”. Pessoa de muita personalidade… ciumenta! Foi casada com meu tio-avô, já falecido e que era meu padrinho de batismo. Eles se separaram a mais de 40 anos, mais ela manteve este elo de ligação comigo, com muito carinho e amizade sincera. Era tia daquelas de fazer quitutes, de cafunés, de cochichos e conselhos, de benzer na chegada e na saída, mesmo nos telefonemas me dava sua benção, tão querida. Ela me adorava e me disputava nas férias com minha avó (irmã de seu falecido marido), elas se foram, ficaram as receitas, as simpatias, o jeito de ser, dela, as boas lembranças como a de seu sorrisão lindo, as gargalhadas, o modo espalhafatoso de saudar a chegada de qualquer pessoa conhecida. Para mim é como se perdesse outra avó. Hoje estou amuada e preciso chorar a minha dor do adeus. A velha guarda da família vai se esvaziando. Reflito sobre tempo de vida, o que realmente tem valor, o que é só vaidade. Tudo passa, a saudade fica. Bom … se bem que ainda tenho uma vovozinha velhinha, de coque e óculos, daquelas de desenho animado pra mimar. Sempre que possível dou uma ida lá, para vê-la e desfrutar de sua companhia, telefono sempre pra saber notícias. Ela não entende por que está vivendo tanto e sua maior dor é ver morrer os amigos, o marido, os filhos e já alguns netos. Festejemos a vida então! Conhecimento lança luzes ao mundo, não é mesmo?!
VANITAS...(a sua razão!) … O Homem, apregoada maravilha suprema da natureza, não passa, afinal, de um ser finito e limitado, efêmero e passageiro, incompleto. Acabado paradoxo. O ser mais capaz de gozar plenamente o prazer de viver é, também, (talvez por isso mesmo), o mais carente de vida. Escassa e curta que ela é, manifestamente curta! O Homem é o único animal de toda a criação que se descobre absolutamente infeliz. E a sua infelicidade resulta, precisamente, da mais-valia da sua condição- a razão, a consciência de si. Fado insuportável! Criatura Superior(?!), não vive naturalmente só, alegremente apenas, numa felicidade inconsciente, como todos os animais, no seio livre e generoso da natureza, da sua mãe geradora. Não vive feliz, simplesmente, ... como todas as demais criaturas. Os seus raros momentos de felicidade plena duram pouco, são fugazes, breves instantes... momentâneas iluminações numa penumbra continuada. Vive, ... mas vive "acompanhado" da consciência cabal da frágil condição da sua existência... macaco nu e desamparado! Vive, ... mas vive revoltado, amargurado, inconformado, perante a impotência de não comandar o seu devir, e, sobretudo, perante a lucidez de visão desolada da (sem) razão última da vida... que vive uma única vez. Vive, ... mas vive dolorosamente o sem-sentido absurdo que retira, pesados todos os momentos, do estranho drama, trágico-cômico, que é a sua vida entre a dos outros, seus iguais em condição. O homem vive em constante estado de insatisfação existencial, angustiado pela clarividência da sua breve perenidade, amedrontado e inquieto pela consciência do breve fim. É o único animal, do diverso da criação conhecida, com a visão cruel da sua finitude - os seus curtos limites. É a única criatura, depois do big-bang (e antes de outro qualquer cataclismo) com a consciência lúcida, desencantada, desesperada, de que não é mais do que a mera sombra de um sonho alheio... (de alguma ficção suprema, quimera desconhecida!). Ao arrepio da sua grande ambição feita ganância desonesta, vã glória de mandar, ... ao arrepio dos seus desvarios de grandezas, impérios a ganhar... puro engano! O Homem é uma ilusão feita de carne e osso, pequeno formato. Frágil marioneta de deuses loucos, dramaturgos de uma qualquer peça dum grand-gignol cósmico. O Homem é uma criatura precária, demasiado precária! Um ser provisório, com termo súbito (mas esperado!). Com apertado prazo de validade! A sua existência é parca, transitória, pouco duradoura, uma passagem, leve brisa, pelo vale lacrimoso do mundo terreno. Em direcção certa ao não-ser. Os seus passado, presente e futuro são a véspera, o hoje e o amanhã duma récita de curta duração: Uma novela biográfica da qual conhece antecipadamente o desenlace... a última página. Escusado desprazer. O presente passa tão veloz que não parece dar nítida certeza que exista. Os prestes dias que passam a galope no pouco que vive, breve estadia terrena de superfície, fazem dele o louco perdido de sentido, um tonto alienado condenado ao absurdo de um drama que não comanda. Porque o destino imprevisível vence a vontade mais indômita. As contingências da vida não dependem dele, ultrapassam-no. O seu último destino, futuro fatal, brutal, derradeiro, conclusivo, e anunciado como uma maldição desde o berço, é a morte, voraz predadora. Só ela é definitiva e irreversível - uma ameaçadora entrada no mistério insondável da eternidade. A morte é a comarca final, enigma ameaçador, porque imensamente desconhecido e inteiramente indecifrável, e por isso efabulado por uma filosofia meta-humana, e ainda assim demasiado humana, melancólica de esperança. A morte provoca uma ontologia amargurada pelo desespero e a mágoa. Perante a morte, como perante a vida, e o amor, é impossível, imperdoável, incontornável, ficar indiferente. É difícil permanecer incólume ao abeirar desse território terrível de medonho. A morte marca-nos irremediavelmente, com o trago amargo do desencanto mais lúcido e da revolta mais impotente. A morte é feita de sucessivas perdas que fazem a enorme angústia omnipresente dos homens, tristes mortais. Porque o que fica, fica indelevelmente marcado como um lugar incompleto, ... magoado de falta, onde a única verdade imediata é o pesado e pungente silêncio do vazio, da perda, da ausência..., do "nunca mais", lamento irreparável pela saudade "dos que vão indo" (à nossa frente!). Porque o que fica é o lugar onde ficamos "mesmo" a sós connosco, e com essa imensa dor humana, indizível de tamanha! E nada temos que nos conforte, nada temos que anule esta angústia que nos fina e nos consome. Nada temos que nos subtraia do mecânico trabalho da ceifeira maldita que nos vai levando uns após os outros. E a morte é o único e irrepetível momento da existência que é feito de absoluta individualidade. Nascemos acompanhados (pelo menos pela mãe), vivemos sempre com os outros... (mesmo se excluídos os eremitas, ... mesmo esses seguiram a vocação solitária depois da experiência do "outro", a mais das vezes por causa dessa própria experiência!)... mas morremos sozinhos. Irremediavelmente! A morte é também, finalmente, o momento das certezas últimas, ou melhor, da grande e cabal certeza que responde inteiramente ao nosso eterno questionar: quem somos, donde vimos, para onde vamos. O elucidativo momento em que as duas hipóteses absolutamente antagônicas e excluidoras do nosso devir existencial se transformam numa só resposta: - ou matéria que se transforma em matéria (e já não haverá disso consciência, pois ela se irá fundir no todo!); ou um puro espírito que animará um "além", que agora apenas pode ser sonhado pela esperança fabuladora, e nunca afirmado racionalmente, isto é pela vivência esclarecedora e confirmadora da experiência. Tudo ou nada! Deus ou um escuro sem fim! Um paraíso eterno de luz junto de um pai divino que nos abraça no fim... reconfortante quimera, (que bom que fosse verdade!) ...ou pó juntando-se ao pó maior da terra. Certo é haver morte depois da vida, como incerto é haver vida depois da morte. Certa é a morte de cada homem. Ninguém escapa! "Animal transcendental" acossado pela revelação de que é pródigo apenas na imensa solidão cósmica e no confirmado abandono da providência (exista ela ou não!), o Homem é um ser condenado "a caminhar a sua vida", pena irreversível, a caminhar sempre para o fim - a morte certa... a hora incerta! O Homem é pequeno e efêmero. De uma pequenez insignificante. De excessiva finitude. É tudo menos eterno. De ciência certa se sabe que tudo o que é humano e terreno se fina e acaba.. num instante! Na terra nada é eterno, tudo é fogo-fátuo, extinção súbita... ou reconversão, reciclagem! Sucessivos eternos-retornos do nada ao nada! IN TERRIS NIHIL ÆTERNUS EST foi o escrito lapidar, sentença irrefutável, mas também tradução de estado de alma melancólico, patético, pois foi encontrado numa parede de uma casa de Pompeia, grafito nervoso e contudo sereno, talvez escrito por um romano lúcido, iluminado pela hora amarga, em derradeiro instante de verdade, imediatamente anterior à morte intempestiva nas lavas vulcânicas do Vesúvio. "O Homem não passa de barro, pó, cinza". Eis o juízo edificante que encontramos em todos os textos mais antigos e sagrados das mais diversas comunidades humanas. Mas a filosofia, a poesia, a arte, virtuosas gnoses, quando veículos da reflexão serena e dasapaixonada sobre a finitude do Homem, ensinam-lhe a sabedoria do desapego sensato das coisas e dos bens de que se rodeia - a elevação moral do despojamento -, e também, lucidez acrescida, a bondade do coração na generosa disposição para a fraternidade. "Estamos todos no mesmo barco, ... a mesma sorte; somos iguais marinheiros, ... irmãos de navegação!" A filosofia, a poesia, a arte, ensinam-no a subtrair-se da continuada condição de escravo cego do cansativo existir sóbrio de todos os dias, do rotineiro e constante recomeço de guerras e escaramuças que movemos uns contra os outros, ... como se de obrigatória Tarefa de Sísifo se tratasse... outros Caim e Abel danados e amaldiçoados, mil gerações após. Ensinam-no a escolher entre a idolatria interesseira, de primário hedonismo, que comanda o generalizado fetichismo triunfante, as ganâncias avulsas por mesquinhas colecções de pertences privados, que na essência nada valem, prescindíveis que são, caprichosamente egoístas; e a autêntica e genuína alegria, a inegável satisfação, que se retira da partilha de tudo com todos, do gozo irmanado de todos os bens postos em comum com todos os outros, "terra da cocanha" feita paraíso terreal. "Saudades do futuro" é a feliz expressão que traduz a constante nostalgia do paradigma perdido, a "terra prometida", comarca da abundância final, lenda, ficção, utopia. Mais de trezentos e cinquenta anos após, mas ainda (e cada vez mais) atualíssima, é a sentença condenatória a esse apego cego pelas materialidades - o monetarismo sacralizado, a prostituta universal que é o dinheiro travestido de supremo bem - feita pela Padre António Vieira: "Os antigos adoravam o bezerro de ouro, os modernos adoram o ouro do bezerro". Diziam os estóicos latinos, na esteira dos cínicos gregos, de Diógenes: QUI DIVES? - QUI NIHIL CUPIT! QUI PAUPER? - AVARUS! (Quem é rico? - aquele que nada cobiça! Quem é pobre? - o avarento, o ganancioso insatisfeito!) A contemplação de horizonte poético-filosófico sobre a existência física do Homem, aponta para o desprendimento parcimônico, circunspecto, das coisas de que se rodeia, por mais tentadoras e preciosas que pareçam, tão precárias quanto ele! No extremo, a sabedoria ascética do total despojamento de si! Outra vez mais os estóicos: "Mais vale salvar a alma, mesmo perdendo-se os bens. O mais importante é salvaguardar a integridade do nosso ser mais genuíno, a nossa serenidade do espírito e a dignidade última que a nós próprios devemos". A fama, vaidade máxima do Homem dura um "ai". Andy Warhol dixit: "15 minutos de fama"... quinze parcos minutos! É precário tudo o que é humano. E a filosofia aponta essa precariedade, essa escassez, que nos tabela e iguala inteiramente no fim do caminho. Fama, Glória, Fortuna são deixadas cá... ao pó dos tempos vindouros. (Sótãos desolados... memórias desbotadas, esmaecidas!... ou antigalhas para ostentação dos filhos e dos filhos dos filhos... novos enganos!). Bens e riquezas são banalidades terrenas, trivialidades, vaidades, apenas! tudo acaba um dia! Tudo passa... SIC TRANSIT GLORIÆ MUNDI. Porque um pó, apenas pó, barro, terra, nos volvemos, todos iguais, no fim dos fins! Acrescente-se, agora, algum alento que ameniza a dureza azeda e cruel destas irrefutáveis verdades, mórbidas e escatológicas que são, a reflexão naturante, panteísta, réstia de moderada satisfação cósmica-de Baruch Spinoza: "Os Homens são os modos finitos da Substância Infinita". Remate final, andante presto deste retrato da tragédia humana, visto ao modo optimista prudente. Siga-se à letra o lema horaciano: CARPE DIEM (aproveita o dia). Vive o teu dia intensamente! Como se fora o primeiro, ou o último, ... o único! Dá assim um passado vivido ao teu futuro! Ou como diz o povo, na sua sabedoria inata ancestral: "Goza o teu dia, goza-o bem, que esta vida são dois dias! Goza a vida enquanto és vivo, pois vais ter muito tempo para estar morto!"
Harmen Stennwyck (c.1580-1649) Escola Flamenga, Séc. XVII, Vanitas,(as Vaidades da Vida Humana), cerca de 1645, 39x51 cm, óleo s/madeira de carvº,National Gallery, Londres.6/3/2009 Veículos verdes
02/06/2009 - 15h58 "VERDE" Conheça o francês Smera, elétrico de dois lugaresCarrinho da Lumineo tem jeitão de moto e preços entre R$ 60 mil e R$ 75 mil por FERNANDO CALMONPara circular nas cidades, a maioria dos automóveis não precisa ter mais do que dois lugares. Isso abriria um mercado potencial, em especial na Europa, onde as cidades são antigas, e o poder aquisitivo, alto. A primeira iniciativa nesse sentido nasceu de uma joint venture entre a fábrica de relógios Swatch e a alemã Daimler para fabricar o smart (só em minúsculas), um citadino de dois lugares.
Fonte: http://www2.uol.com.br/interpressmotor/reportagem/item28081.shl
Para os saudosos, a lembrança:
O Romi-Isetta é o carro mais exótico já fabricado no Brasil. O eixo traseiro é bem mais estreito que o dianteiro e ela aparenta ser ainda menor do que realmente é, com 2,27 metros de comprimento por 1,38 metro de largura. Entra-se nele literalmente pela frente. Foi justamente por falta de uma segunda porta que o carrinho, lançado em 1956, não foi considerado oficialmente o primeiro carro nacional. No ano anterior, as Indústrias Romi, que até hoje fabricam máquinas operatrizes em Santa Bárbara d’Oeste (SP), deram início à fabricação da versão brasileira da Isetta, sob licença da fábrica italiana Iso. Em 9 de abril de 1953, a empresa ISO Automoveicoli-Spa, fabricante de pequenas motocicletas e triciclos comerciais, fundada pelo gênio Enzo Rivolta, Isetta 53 - motor ISO apresentou no salão de Turin um projeto iniciado em 1952 denominado Isetta, (pequena ISO), do engenheiro chamado Preti. Apesar da boa aceitação no mercado italiano, devido às suas características peculiares como porta frontal para facilitar o acesso, dimensões diminutas, boa dirigibilidade e performance razoável para a época (máxima de 70km/h) fazendo até 25km/l, a sua "vida" na Itália teve um curto período. Sua fabricação encerrou-se em 1956, quando esta fábrica transferiu todo seu maquinário para a empresa Romi, no Brasil, onde, segundo registros, o Comendador Américo Emílio Romi, proprietário da empresa Máquinas Agrícolas Romi, em Santa Bárbara do Oeste - SP, conhecido por sua excelente visão de futuro, assinou contrato em 7 de fevereiro de 1956 para início de fabricação da Romi-Isetta. Ainda em 1955, a ISO concedeu licença à BMW para fabricação na Alemanha, cuja empresa adaptou o motor ISO de 200cm3 para um motor monocilíndrico de 243cm3 adaptado de motocicleta, sendo substituido Pick-up Isetta (bélgica N.V.Anc.Ets.Pillette) logo em seguida por um mais potente de 300cm3, produzindo 161.728 Isettas. Além da BMW, foram concedidas licenças também para a empresa francesa VELAM, a espanhola Borgward-Iso, a brasileira Romi e a belga N.V.Anc.Ets.Pillette, que fabricou inclusive um modelo pick-up. Estes veículos tiveram uma vida útil muito curta, apesar de seu sucesso, não passando do ano de 1962. Fonte: http://www.meadd.com/carros_antigos/17233255/29/2009 Receita de Dona Cacilda
Dona Cacilda é uma senhora de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo dia às 08 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão. 5/28/2009 3 FRASES
Creio em Deus, equilíbrio no caos, Daquele com um olhar amoroso onde ninguém mais vê, na mudança quando ninguém mais acredita, na ação, quando ninguém mais se importa. 5/23/2009 Doce veneno
Minha dieta tem restrição de açúcar, sou da turma que carrega a própria comida, algumas pessoas tem preconceito, outras acham bonitinho.
Pesquisando alimentação saudável, encontrei algo interessante, confesso que não conhecia muito bem esta parte da história, resolvi partilhar:
Na história do açúcar ... É tentador averiguar a função exercida pelo açúcar no declínio do Império Árabe. Após a ascensão do Islã, o açúcar veio a se tornar uma potente arma política. Os homens seriam capazes de vender suas próprias almas para tê-lo. O mesmo destino que destruiu os conquistadores árabes viria agora a atormentar seus adversários cristãos. Em sua marcha para arrancar os lugares santos das mãos do Sultão, os cruzados logo desenvolveram um gostinho todo especial pelo condimento dos sarracenos. Alguns desejavam simplesmente se lançar nas terras dos infiéis para receber suas doses de suco fermentado de cana e doces. Em breve os governantes europeus viriam a descobrir que seus embaixadores na corte do Egito estavam se corrompendo pelo hábito de comer açúcar, e sendo subornados com custosas especiarias e açúcar. Alguns tiveram que ser retirados. A última grande Cruzada terminou em 1204. Poucos anos mais tarde o Quarto Concílio de Latrão reuniu-se em Roma para planejar outras cruzadas contra hereges e judeus. No ano de 1306 o Papa Clemente V — exilado em Avignon — recebeu um apelo em favor da reativação das cruzadas dos bons velhos tempos. Cópias deste apelo foram enviadas aos reis da França, Inglaterra e Sicília. Este antigo documento diplomático delineava uma posição estratégica açucareira voltada para o Sul, tendo como pretexto expulsar para o inferno aqueles crápulas sarracenos. "Nas terras do Sultão, o açúcar cresce em grandes quantidades e dele o Sultão recolhe generosas taxas e tributos. Se os cristãos capturassem estas terras, infligiriam grandes danos ao Sultão e, ao mesmo tempo, a cristandade teria todo seu suprimento garantido a partir de Chipre”. Diante de sinuosas afirmações deste gênero é chegada a hora da cristandade dar sua grande dentada no fruto proibido. O que sobreveio foram sete séculos, nos quais os sete pecados mortais floresceram através dos sete mares, deixando um rastro de escravidão, genocídio e crime organizado. O historiador inglês Noel Deerr nos diz claramente: "Não seria exagero afirmar que o tráfico escravo atingiu a cifra de 20 milhões de africanos, dois terços dos quais sob a responsabilidade do açúcar". Os portugueses saíram à frente na primeira etapa da corrida européia ao açúcar. Os sarracenos haviam introduzido o cultivo da cana-de-açúcar na Península Ibérica durante a ocupação. Grandes plantações foram estabelecidas em Valência e Granada. O célebre Infante Dom Henrique explorou a costa ocidental da África à procura de campos para a plantação da cana fora dos domínios árabes. Não encontrou o que procurava mas, em compensação, descobriu muitos corpos negros aclimatados, que poderiam ser escravizados em regiões tropicais, onde a cana-de-açúcar pudesse florescer. Em 1444, Dom Henrique levou 235 negros de Lagos para Sevilha, onde foram vendidos como escravos. Isto foi o começo. Dez anos mais tarde, o Papa foi induzido a estender sua bênção ao tráfico negreiro. A autoridade papal chegou a "atacar, subjugar e reduzir à escravidão os sarracenos, pagãos e outros inimigos de Cristo". A pretensa base racional que guiava o cristianismo no exterior era a mesma que, em casa, justificava a caça a hereges e judeus: salvar suas almas. A chegada de suarentos braços negros para o trabalho dos novos canaviais, nas ilhas da Madeira e Canárias, foi um providencial benefício para o Império Português. Por séculos, as escrituras foram sistematicamente pervertidas para o conforto dos cristãos traficantes de negros e açúcar. Açúcar e escravidão eram as duas faces da moeda do Império Português. Por volta de 1456 os portugueses detinham o controle do comércio do açúcar na Europa. No entanto, a Espanha não estava muito atrás. Quando os mouros foram expulsos da Espanha deixaram atrás de si seus canaviais em Granada a Andaluzia. Em sua segunda viagem ao Novo Mundo, no ano de 1493, Cristóvão Colombo levou consigo algumas mudas de cana-de-açúcar, por sugestão da Rainha Isabel. No livro escrito durante esta viagem Pedro Mártir afirma que os exploradores encontraram a cana crescendo nas ilhas de Hispaniola. Colombo sugeriu que levassem nativos das Índias Ocidentais para trabalharem nos canaviais espanhóis. Isabel opôs-se à idéia. Quando Colombo enviou à Espanha duas caravelas repletas de escravos a rainha ordenou que retornassem. Após a morte de Isabel o Rei Fernão de Aragão consentiu em recrutar o primeiro grande contingente de escravos africanos, necessários à florescente indústria açucareira de 1510. Pouco mais tarde os portugueses começaram a cultivar cana no Brasil com o trabalho escravo (Martim Afonso de Souza fundou, em 1532, em São Vicente, o primeiro engenho de açúcar do Brasil). Existe um elemento extremamente interessante nesta estratégia açucareira lusa. Enquanto outras nações européias queimavam seus judeus, hereges e bruxos, os portugueses esvaziaram suas prisões e enviaram os criminosos condenados para a colonização de suas terras no Novo Mundo. Os "degredados" foram encorajados à miscigenação com as escravas para produzir uma raça híbrida que pudesse sobreviver nos canaviais tropicais. Por volta de 1500, entram em cena os mercadores holandeses; marinheiros habilidosos, tornaram possível um transporte mais barato — os escravos eram vendidos a crédito. Em breve, os holandeses estabeleceriam uma refinaria de açúcar em Antuérpia. O açúcar em estado bruto era enviado de Lisboa, Canárias, Brasil, Espanha e Costa Bárbara para ser processado nas refinarias de Antuérpia. O produto era, então, exportado para os Estados Bálticos, Alemanha e Inglaterra. No ano de 1560 o Rei Carlos V da Espanha já havia construído seus magníficos palácios, em Madrid e Toledo, com dinheiro proveniente de taxas cobradas sobre o comércio do açúcar. Nenhum outro produto influenciou tanto a história política do mundo ocidental como o açúcar. Ele foi a mola propulsora de grande parte da história do Novo Mundo. Os impérios português e espanhol cresceram rapidamente em opulência e poder. Da mesma forma que os árabes, também eles entraram rapidamente em declínio. Só podemos especular sobre o fato desse declínio ter sido biológico, ocasionado pela embriaguez de açúcar ao nível da corte. Entretanto, lá estava a Inglaterra esperando para recolher os cacos. A principio a Rainha Elisabeth I evitou institucionalizar a escravidão nas colônias britânicas, considerando-a "detestável", uma coisa que poderia "atrair a vingança dos céus" sobre seu reino. Em 1588 seus escrúpulos sentimentais foram superados. A Rainha concedeu uma carta real, estendendo seu reconhecimento à Real Companhia de Aventureiros da Inglaterra na África, concedendo-lhe assim um monopólio de Estado sobre o tráfico de escravos na África Ocidental. Nas Índias Ocidentais, os espanhóis, seguindo a trilha de Colombo, haviam exterminado a população nativa e introduzido escravos africanos para trabalhar em seus canaviais. Em 1515, monges espanhóis ofereciam US$500 em ouro, como empréstimo, a quem iniciasse um engenho de açúcar. Posteriormente a Armada inglesa expulsaria os espanhóis. Os escravos refugiaram-se nas montanhas e começaram uma luta de guerrilhas. Os ingleses anexaram as ilhas por tratados formais; o monopólio da Coroa instalou seus capatazes nos canaviais e assumiu o controle do tráfico escravo. O caldo fermentado da cana era transformado em rum. Os primeiros mercadores de rum traziam a aguardente para Nova York e Nova Inglaterra, onde era trocada por valiosas peles com os índios norte-americanos. Um penny de rum comprava muitas libras de pele que, por sua vez, poderiam ser vendidas na Europa por uma pequena fortuna. Em suas viagens ao Ocidente, a Real Companhia dos Aventureiros da Rainha faria uma visita à costa ocidental da África em busca de escravos; estes eram, então, transportados às índias Ocidentais e vendidos aos plantadores para que plantassem mais cana, fizessem mais melado e rum. Açúcar e pele para a Europa. Rum para os índios americanos. Melado para os colonos norte-americanos. Este tráfico triangular duraria até que as terras em Barbados e outras ilhas britânicas do Caribe se tornassem gastas, exauridas, esgotadas. Onde nada mais poderia crescer. O tráfico de açúcar havia se tornado tão lucrativo que por volta de 1660 os ingleses estavam a ponto de ir à guerra para manter seu monopólio. Os Atos de Navegação de 1660 tiveram como objetivo prevenir o transporte de açúcar, tabaco ou qualquer outro produto das colônias americanas para qualquer porto fora da Inglaterra, Irlanda e possessões britânicas. As colônias desejavam serem livres para fazer comércio com todas as potências européias. A mãe Inglaterra desejava proteger suas rendas e manter o inestimável monopólio naval. Ela possuía a Armada Real. As colônias não tinham poder de fogo; assim, a Inglaterra dominava os mares... e controlava a indústria e o comércio açucareiro. Por volta de 1860 a palavra açúcar havia se transformado em sinônimo de dinheiro, em inglês. Embora alguns historiadores norte-americanos prefiram argumentar que foi a taxa britânica sobre o chá que precipitou a guerra da independência americana, outros apontam o Ato do Melado (Molasses Act), de 1733, que estabelecia pesadas taxas sobre o açúcar e o melado procedentes de outras terras que não as ilhas açucareiras do Caribe. Os armadores da Nova Inglaterra entraram no lucrativo comércio de escravos, melado e rum. Uma carga de rum era levada para a costa de escravos na África, onde era trocada por negros; estes eram levados de volta às Índias Ocidentais e vendidos aos ávidos senhores ingleses. Ali pegavam uma carga de melado que traziam de volta à colônia para ser destilado em rum e distribuído entre seus alcoolizados clientes locais. Muito antes do Boston Tea Party, o consumo anual de rum nas colônias americanas era estimado em quase 15 litros/homem, mulher e criança. O Ato do Melado, de 1733, impôs uma séria ameaça, não apenas ao ciclo comercial das colônias americanas mas, igualmente, à sede pelo demoníaco rum. "Nenhum barril de açúcar chega à Europa sem que esteja banhado em sangue. Diante da miséria destes escravos qualquer pessoa de sentimento deveria renunciar a este artigo e recusar-se a um prazer que só se toma possível com as lágrimas e mortes de incontáveis criaturas infelizes". Assim escreveu o filósofo francês Claude Adrien Helvetius, na metade do século dezoito, quando os franceses colocavam-se na dianteira do comércio açucareiro. A Sorbonne o condenou; os padres persuadiram a corte de que ele estava cheio de idéias perigosas; afinal, retratou-se - em parte para salvar a própria pele - e seu livro foi queimado pelos carrascos. Helvetius disse em público aquilo que muita gente pensava em segredo. O estigma da escravidão perseguia o açúcar por todos os países, particularmente a Inglaterra. O açúcar tornara-se em todo o mundo uma fonte de riqueza pública e importância nacional. Através de taxas e impostos cobrados sobre o açúcar, o governo tomara-se um cúmplice do crime organizado. Fortunas estavam sendo acumuladas pelos senhores, plantadores, mercadores e armadores; e a única preocupação da realeza européia era como tirar sua fatia do bolo. Foram necessários três séculos para que a consciência européia se tocasse ao ponto de formar a primeira Sociedade Anti-Sacarita, em 1792. Em breve o boicote inglês ao açúcar se espalharia por toda a Europa. As Companhias Britânicas das Índias Ocidentais - atoladas até o nariz com o comércio do ópio -, aproveitando o tema escravidão, realizaram uma campanha publicitária usando o boicote ao açúcar para praticar inovações moralistas. "O açúcar das Índias Orientais não é produzido por escravos" era seu lema no século XVIII. "Armazéns B. Henderson China — Rye Lane Peckhan — informa respeitosamente aos amigos da África que tem à venda um sortimento de bolas de açúcar (rapaduras), tendo escrito em letras douradas: O Açúcar das Índias Orientais Não É Produzido por Escravos." Em letras menores trocavam em miúdos: "Uma família, usando 2,5 quilos de açúcar/semana, se usar o açúcar das Índias Orientais em vez do das Índias Ocidentais, por um período de 21 meses, evitará a escravidão ou o assassínio de uma criatura humana. Oito dessas famílias irão, em 19,5 anos, evitar a escravidão ou o assassínio de cem outras criaturas". O governo de Sua Majestade, com interesses tanto na escravidão quanto no açúcar, falava grandiosamente sobre o Império. A Inglaterra era o centro da indústria açucareira mundial. "O prazer, a glória e o esplendor da Inglaterra foram impulsionados mais pelo açúcar do que por qualquer outro artigo, inclusive a lã", diria Sir Dalby Thomas. "A impossibilidade de ir-se avante sem escravos nas Índias Ocidentais estará sempre a evitar que o tráfico venha a diminuir. A necessidade, a absoluta necessidade de prosseguir, será, já que não existe outra, a sua desculpa", afirmaria uma outra eminente figura política da época. Não demorou muito para que o Império Britânico se tornasse totalmente dependente do açúcar. A vontade tornara-se necessidade, voracidade, dependência. Açúcar e escravidão eram inseparáveis sendo, portanto, defendidos juntos. Quando as Índias Ocidentais Britânicas foram assoladas por revoltas de escravos, os colonos, em menor número e vivendo em constante terror, solicitaram proteção à Coroa. “Não podemos permitir que as colônias detenham ou desencorajem, em qualquer grau, um tráfico tão benéfico a esta Nação”, foi dito no Parlamento. “O tráfico escravo e a conseqüência natural (dele) resultante pode ser, com justiça, estimada como uma inesgotável fonte de riqueza e poderio naval para esta Nação”, diria um outro bastião do Império Britânico. Os franceses foram os primeiros a abolir por lei o tráfico de escravos, no ano de 1807. Passara um outro quarto de século de agitação até que a emancipação fosse proclamada nas colônias britânicas em 1833. Comentários Conceição Trucom: e a estória macabra continua até os anos de hoje, quando TODA A HUMANIDADE É ESCRAVA doentia do açúcar. Um exemplo triste é observar quantas livrarias, sebos, cinemas, teatros ou lojas de instrumentos musicais existem em sua cidade x farmácias, padarias e supermercados? Texto extraído do livro Sugar Blues – William Duffy – Editora Ground (Capítulo "O Mercado Branco - páginas 15 a 30). Fonte: www.docelimao.com.br/ 5/22/2009 GRUMP E A REFORMA ORTOGRÁFICA
Recebi estes quadrinhos num email de professores, como conheço e sou fã de longa data dos personagens e do autor, partilho com vocês. O Orlandeli está com o blog em endereço novo: http://blogdoorlandeli.zip.net/ Visitem!
:) 5/16/2009 Assustador, mesmo que seja só hipotese
13/05/2009 - 13h17 O relatório confirma ainda os oito casos registrados no Brasil. 5/14/2009 Arranhador para gatosA Rubi tem, a um ano e meio, um arranhador bonito e sem uso, ela gastava as unhas arranhando as minhas cadeiras da sala .. hehe. Por um acaso, esta semana descobri ,que ela fazia isso não pela madeira das cadeiras, mas sim porque preso a elas estavam as cordinhas das almofadas que estavam amarradas, como estavam velhas, resolvi trocar e não é que a danadinha da gata resolveu comer as franjas das almofadas novas.Tirei e guardei todas elas e para minha surpresa, a Rubi estava usando o arranhador. Fiquei perplexa, mas feliz. Adoro minha pet. Fiquei sem vozSemana passada passei sem voz. Na terça-feira de manhã estava rouca e na metade da manhã, completamente afônica, respirar cansava e as vezes doia. Fui na Santa Casa e o médico de plantão me prescreveu antialérgico, achou minha glicemia alta, na quarta-feira passei no Otorrino, comprei os remédios que ele receitou, foi laringite. A infecção faz a glicemia subir muito, assusta. Estou melhorando, mas por vezes sinto a faringe arranhar quando respiro, não tenho falta de ar, só sinto o respirar. É estranho, sempre respiramos sem sentir. A glicemia voltou ao normal, que alivio! 5/9/2009 Minha mãe, minha vovó, minhas tias, amigas que são mães, para vocês todas:
Mãe… São três letras apenas
As desse nome bendito:Também o Céu tem três letras…E nelas cabe o infinito.Para louvar nossa mãe,Todo o bem que se disseNunca há de ser tão grandeComo o bem que ela nos quer…Palavra tão pequenina,Bem sabem os lábios meusQue és do tamanho do CéuE apenas menor que Deus!Mário QuintanaQUAL SERÁ A MELHOR?
Naturais ou adotivas,Mãe é mãe sempre!
Feliz dia das mães mãe querida do meu coração.Obrigada por tudo, desculpa as preocupações do dia a dia. Já estou bem, vou ficar ótima.BjsPost do meu blog: ::: Cotidianamente ... :::Blog de projetos, atividades didáticas e paradidáticas. Sorocaba - SP ::: Cotidianamente ... ::: Sonho com o mundo sem fios, sem fome, sem doenças causadas pela falta de educação e recursos materiais ... alias onde o material seja utilitário e não bem de valor.
Adicionem e visitem. Vou ficar esperando os recadinhos. :) 3/23/2009 A pergunta:3/22/2009 Me joga no Google. Me chama de pesquisa. Diz que sou tudo o que você precisa!
A frase título estava no avatar de um dos meus alunos, achei uma graça. Na revista Veja desta semana, tem uma matéria sobre um livro que diz que a internet é uma fonte de asneiras. Pode até ser, mas tem coisas muito peculiares, interessantes para aqueles que sabem pesquisar, confrontar dados até encontrar como formar opinião a respeito de determinado dado, isso é pesquisar de fato! Tá falado. . 3/21/2009 Veículos alternativos (2)
O representante da Amazon Motos me respondeu dia 17, rápido, só que não sobre o modelo de bicicleta elétrica que me interessei e sim das coloridas, dos modelos que comentei no ultimo post e que não me interessam. Resolvi procurar modelos dobráveis, com preços razoáveis, que mais tarde possa adaptar um motor elétrico. Existem muitos projetos de motores elétricos para bicicletas a venda e projetos novos como o GreenWheel. Ontem estive em uma loja daqui, onde me informaram o preço da motorização. Como a roda da bicicleta que quero é pequena, os aros tem de ser adaptados com motor. Assim que puder terei um destes. Acabei de encomendar uma bicicleta, modelo básico para andar pela cidade. Chegará em aproximadamente 10 dias, entrega normal e não por sedex. Pensei em algo que não chame muito a atenção nas ruas, leve, pratica, fácil de transportar e armazenar. As bicicletas dobráveis da Dahon são lindas mas muito caras, escolhi um modelo da Blitz, sem marchas, acredito que não dará problemas com manutenção, além de ser mais leve para pedalar. Pedalar me deixará mais saudável, os deslocamentos que faço não longos, será um meio de transporte muito bom. Assim que chegar faço fotos. . :) |
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